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Prisão de João Rodrigues abala jogo PMDB-PSD
09/02/2018

A prisão do deputado federal João Rodrigues (PSD), em circunstâncias dramáticas, abala ainda mais o jogo político da sucessão estadual. Tem como resultado a implosão do projeto de líderes pessedistas contrários ao presidente Gelson Merisio que pretendia unir o PMDB com o PSD para manter a atual coligação governista.

Este projeto tanto agradava ao PMDB do vice Eduardo Moreira e do prefeito Udo Döhler como os planos do governador Raimundo Colombo, que já confessou o risco real de uma candidatura ao Senado sem uma sólida coligação.

Afinal de contas, João Rodrigues circulou pelo Estado pregando sua pré-candidatura ao governo, em contraposição ao presidente Gelson Merisio, com o aval pessoal do ex-deputado Júlio Garcia e as bênçãos do governador Colombo.

O deputado João Rodrigues foi vítima de uma condenação absolutamente desproporcional, além de injusta, como enfatizou o ex-senador Casildo Maldaner (PMDB) ao emitir nota de solidariedade ao parlamentar, citando Ruy Barbosa: “Justiça tardia nada mais é do que injustiça institucionalizada”. O processo contra João Rodrigues tramita há 18 anos na Justiça Federal.

A estratégia de retorno de Orlando pelo Paraguai foi uma decisão pessoal de João Rodrigues, que sequer ouviu seus advogados. Ele queria dar proteção à família para evitar cobertura escandalosa pela imprensa. Poderia ter desembarcado normalmente em São Paulo por porta especial da Polícia Federal e os familiares com os demais passageiros.

Fato político curioso. O governador Raimundo Colombo e o presidente do PSD, Gelson Merisio, não deram qualquer declaração de solidariedade a Rodrigues. As duas únicas manifestações partiram dos ex-governadores Casildo Maldaner e Esperidião Amin (PP), ambos lamentando a dureza e a desproporcionalidade da condenação.

Se João Rodrigues cumprir o que antecipou em declaração que publicou na internet sua carreira política esta encerrada.

Portugal

O vice-governador Eduardo Moreira passa o feriado de carnaval em Portugal, onde já se encontra desde ontem, acompanhado da esposa. Levou documentos, dados e nomes para avaliar a situação do governo e a formação da nova equipe a partir de 16 de fevereiro. Sua posse no governo deverá se transformar num fato político. O PMDB quer foguetório.

Itamaraty

Nascida em Florianópolis, Márcia Donner de Abreu, que fez carreira no Itamaraty, será a primeira mulher catarinense a exercer o cargo de embaixadora. Já recebeu o “agreement” do governo do Cazaquistão, onde vai atuar depois de aprovada em sabatina no Senado. Márcia é filha do falecido professor Alcides Abreu. E de Sara Donner, que hoje vive no Rio de Janeiro.

Lúcia Stefanovich

Projeto de lei que denomina Delegada de Polícia Lúcia Maria Stefanovich o auditório  do Centro Administrativo da Secretaria de Segurança Pública no continente foi enviado à Assembleia Legislativa. Falecida recentemente na Capital, Lúcia foi a primeira mulher delegada no Brasil. Marcou sua atuação por uma pioneira defesa dos direitos das mulheres, tendo criado as delegacias da Mulher, da Criança e do Idoso. 

 

Fonte: Diario Catarinense
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