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Partidos se movimentam para decidir quem apoiar no segundo turno
10/10/2018

Os partidos que ficaram de fora da corrida presidencial no segundo turno já estão se movimentando para declarar suas posições nessa reta final.

Três partidos já declararam neutralidade. O Partido Novo, do candidato à presidência João Amoêdo, declarou que não apoiará nenhum candidato à presidência, mas afirmou que é contrário ao PT porque “tem ideias e práticas opostas ao que defende o partido”.

O PSDB, do candidato à presidência Geraldo Alckmin, reuniu a executiva nacional à tarde em Brasília. O partido decidiu liberar seus filiados.

“O partido não apoiará nem um nem outro, e libera os seus filiados e líderes para que decidam de acordo com sua consciência, sua convicção e de acordo om a realidade dos seus estados”, disse Alckmin.

A senadora Ana Amélia, do Progressistas, candidata a vice de Alckmin, disse que vai apoiar o candidato Jair Bolsonaro, do PSL, apesar de o Progressistas ter declaro que “tendo a clara compreensão das circunstâncias especiais que vivem a política e o país, adotará uma postura de absoluta isenção e neutralidade no segundo turno das eleições presidenciais”.

O PTB declarou em nota apoio à candidatura de Bolsonaro porque, segundo o partido, “as propostas dele visam um Brasil com mais empregos e melhoria de renda aos trabalhadores, com menos impostos e menos gastos públicos”.

O PSOL, do candidato Guilherme Boulos, divulgou nota dizendo que “estará na campanha para derrotar Bolsonaro e eleger Haddad e Manuela defendendo a soberania nacional e os direitos da maioria de nossa gente”.

O PSB, que não lançou nem apoiou nenhum candidato à presidência no primeiro turno, se reuniu em Brasília e também decidiu apoiar o candidato do PT, mas liberou os candidatos do partido aos governos do Distrito Federal e do Amapá para apoiar Bolsonaro, se desejarem.

Outros partidos devem anunciar suas decisões nos próximos dias. Na segunda-feira (8), a Rede, da candidata Marina Silva, fez uma reunião, mas não chegou a uma conclusão. A palavra final deve ser dada na quarta-feira (10). Marina disse no domingo (7) que, independentemente de quem seja o eleito no segundo turno, ela fará oposição ao próximo governo.

O PDT, do candidato Ciro Gomes, também deve anunciar uma posição sobre o segundo turno na quarta-feira. Mas Ciro, no domingo, descartou apoio ao candidato do PSL.

“Vou continuar na minha trajetória de democracia e contra o fascismo. Ele não, ele nunca”, disse Ciro.

Outros partidos ainda não decidiram quem apoiar, entre eles, MDB, Democratas, PSD, PPS, PR, PV e Solidariedade.

O apoio dos partidos não conta para determinar o tempo de propaganda eleitoral dos candidatos a presidente no segundo turno – cada um terá cinco minutos. Pode ter grande importância na mobilização nos estados e para mostrar a força política dos candidatos na composição de um eventual governo.

 

 

Fonte: Jornal Nacional
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